Foi aí que as coisas começaram realmente a esquentar na batalha das marcas da British Leyland, porque o Triumph Stag é a razão pela qual o MGB com motor V8 só veio na versão GT. Apesar das conversões de Ken Costello — e, muitos anos depois, do RV8 do Rover Group — provarem o contrário, a British Leyland alegou que a carroçaria do MGB não era estruturalmente capaz de suportar a potência do Rover V8.
Entretanto, os ex-funcionários da MG também atestam com igual veemência que a BL não realizou tais testes.
O Triumph Stag tornou-se famoso pelos seus problemas de fiabilidade desde novo – mais um dos muitos carros promissores da BL que se revelaram uma desilusão na transição do salão automóvel para a realidade das garagens, neste caso devido a problemas de sobreaquecimento do seu novo motor de 3,0 litros.
Hoje, porém, isso é história antiga, graças aos esforços dos entusiastas da Stag. Volte no tempo até o início da década de 1970, e o Triumph teria sido o carro com maior apelo nas concessionárias.
Embora ambos tenham DNA italiano no seu estilo, o Triumph era inovador, enquanto o MGB GT V8 era uma variação de um tema revelado pela primeira vez em 1965; a sua capota flexível (com capota rígida opcional) teria aumentado ainda mais a sua atratividade no mercado.